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  • Brasília (03/06/2016) – Operações do Ibama resultaram na apreensão de 16 toneladas de pescado durante o período de defeso do camarão em três estados das regiões sul e sudeste.

    No Paraná, agentes ambientais apreenderam 14 toneladas de camarão e diversos equipamentos. As multas totalizaram R$ 500 mil. Uma empresa de pesca que funcionava irregularmente foi fechada. Todo o pescado apreendido no estado foi doado para o Mesa Brasil, programa de segurança alimentar e nutricional do Serviço Social do Comércio (Sesc).

    "As operações realizadas neste ano mostram que o litoral do Paraná precisa ser fiscalizado de forma contínua. As atividades conjuntas entre órgãos de fiscalização são essenciais para inibir a pesca ilegal, permitindo que os estoques pesqueiros se recuperem", disse o superintendente do Ibama do Paraná, Vinícius Freire.

    Em Itajaí (SC), uma embarcação monitorada desde 14 de maio foi alvo de uma operação no último domingo (29). Os fiscais fizeram a abordagem no momento em que o produto era descarregado. Foram apreendidos 1.720 quilos de carmarão-rosa, uma embarcação, um furgão e quatro redes de arrasto. A empresa responsável recebeu multas que variam de R$ 20 mil a R$ 31 mil. Todo o pescado recolhido também foi doado para o Mesa Brasil.

    Defeso do Camarão“O Programa Nacional de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras por Satélite (PREPS) tem sido fundamental para o sucesso das ações de fiscalização da atividade pesqueira”, disse o coordenador-geral de Fiscalização Ambiental do Instituto, Jair Schmitt.

    No litoral da Região Sul, o defeso do camarão das espécies rosa, branco, sete-barbas, santana (ou vermelho) e barba-ruça ocorre de 1º de março a 31 de maio. Neste período, a captura, o beneficiamento e o transporte de camarão são proibidos. O objetivo é proteger a espécie até a primeira reprodução ou até que ocorra a migração do estuário para o mar aberto, aumentando a possibilidade de reposição dos estoques. As operações de combate à pesca irregular serão mantidas na região.

    O Escritório Regional do Ibama em Santos também realizou ação de fiscalização contra a pesca ilegal do camarão. A operação ocorreu no fim do período de defeso da espécie na região, nos dias 30 e 31 de maio. Foram apreendidos 350 kg de pescado, 15 redes de arrasto e duas embarcações pesqueiras na região de Itanhaém/SP. Os proprietários foram autuados no valor total de R$ 182 mil. O camarão apreendido foi doado para duas instituições do município de Santos.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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  • Ribeirão Preto (30/03/2016) – Fiscais do Ibama interditaram um torneio ilegal de pássaros em Sertãozinho, no interior de São Paulo, e autuaram 43 pessoas por crime ambiental. Foram apreendidos 71 animais, incluindo 15 aves sem anilha e dois bicudos (Sporophila maximiliani), espécie ameaçada de extinção.

    As autuações totalizaram mais de R$ 40 mil – o valor varia de R$ 500 a R$ 5 mil por pássaro, de acordo com a situação em que eles foram encontrados. Três adolescentes que assistiam à competição foram conduzidos ao Conselho Tutelar e entregues aos responsáveis.

    Esse tipo de competição só pode ser realizado com autorização das Secretarias Estaduais do Meio Ambiente e da Agricultura e precisa ser acompanhado por médico veterinário para atestar as condições dos pássaros. O organizador do evento vai responder criminalmente pelas irregularidades. “A maioria dos participantes não tirou a guia para transitar com as aves e muitas eram ilegais, sem cadastro no Ibama”, disse a diretora regional do Instituto, Eliana Velocci.

    O tráfico de animais silvestres é considerado a terceira maior atividade ilegal, depois do tráfico de armas e drogas. Os passeriformes representam 80% das espécies comercializadas ilegalmente. “Torneios irregulares permitem o comércio ilegal. Nesses locais, o bem estar dos animais não é monitorado”, diz o coordenador de Operações de Fiscalização do Ibama, Roberto Cabral.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    Foto: Agência Brasília

  • São Paulo (08/03/2016) – Três embarcações foram apreendidas e multadas pelo Ibama por capturar isca viva para pesca industrial em local proibido, na região do Parque Estadual de Ilhabela (SP). Os fiscais devolveram ao mar cerca de 300 kg de sardinha e também apreenderam as redes, além de 20,9 toneladas de bonito-listrado. Os donos do barco Skipper II, que é do Rio de Janeiro, foram autuados em R$ 11 mil. Já os proprietários das embarcações de Santa Catarina, Alalunga II e Ferreira XXV, receberam multa no valor de R$ 348 mil e R$ 296 mil respectivamente.

    Resultado de uma parceria do Ibama com a Fundação Florestal de São Paulo, a operação teve início quando o Sistema de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras por Satélite (PREPS) detectou a chegada dos barcos em local de pesca proibida.

    Pesca ilegalO primeiro auto de infração foi aplicado à Skipper II no momento da pesca. A Alalunga II e a Ferreira XXV se dirigiram ao litoral do Rio Grande do Sul e foram abordadas durante o desembarque em Itajaí (SC). A fiscalização do Ibama constatou que cada um dos barcos usou 600 kg de sardinha para captura de outras espécies.

    Com a pressão da pesca, a sardinha vem sofrendo nas últimas décadas grande redução de estoque. Além do consumo humano, a espécie é utilizada como isca viva para a pesca industrial de atum. Nos casos em que a captura ocorre em local proibido, as embarcações e os peixes obtidos com as iscas serão apreendidos e os proprietários multados.

    O Parque Estadual de Ilhabela é de responsabilidade da Fundação Florestal de São Paulo. Com 27.025 hectares, a unidade de conservação abriga doze ilhas, três ilhotes, três lajes e um parcel. A Mata Atlântica, a restinga e os manguezais servem de refúgio para centenas de mamíferos, répteis e aves. Muitas das espécies são endêmicas, como o rato cururuá. Outras estão ameaçadas de extinção, como a tartaruga-de-pente.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    Fotos: Unidade Avançada do Ibama em Caraguatatuba

  • São Paulo (17/06/2016) – O Ibama inaugurou nesta terça-feira (14/06) no Porto de Santos uma sala de vistorias para garantir o cumprimento de acordos internacionais. O espaço foi cedido pela Brasil Terminais Portuários (BTP) e também será usado para apoio às atividades de licenciamento e emergências ambientais que ocorrem na margem direita do maior porto da América Latina.

    O Porto de Santos tem 55 terminais, entre eles o da BTP, que foi licenciado pelo Ibama e tem capacidade projetada para movimentação de 2,5 milhões de TEUs (Twenty-foot Equivalent Unit). Cada TEU equivale a 1 contêiner de 20 pés. A sala do Instituto é a primeira cedida dentro do porto e fortalece a missão institucional do Instituto de assegurar o controle da chegada e saída de produtos cuja movimentação internacional está sujeita a acordos, convenções ou protocolos reconhecidos por diversos países.

    Para o superintendente do Ibama em São Paulo, Murilo Rocha, a instalação, que é compartilhada com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), melhora a segurança dos servidores e favorece o atendimento aos despachantes aduaneiros e responsáveis por cargas.  “A instalação de uma sala própria para atendimento dentro do porto demonstra a inserção definitiva do Ibama na atuação relacionada à atividade de comércio exterior e outras ações realizadas nos portos e aeroportos do país”, disse Rocha.

    Projeto de Banco de Dados de Cargas Perigosas

    No dia da inauguração, pela manhã, o Ibama também participou da apresentação do projeto de banco de dados de cargas perigosas em contêineres no Porto de Santos. Foram discutidas estratégias e ações necessárias para a prevenção de desastres no Porto, a exemplo do incêndio ocorrido em abril de 2016 no Terminal da Localfrio, envolvendo produtos químicos. O projeto foi realizado por um Grupo de Trabalho (GT) coordenado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), com a participação de diversos órgãos envolvidos com a prevenção de emergências ambientais. O GT faz parte da Comissão Local das Autoridades Portuárias de Santos, da qual o Ibama participa como convidado.

    Atualização: Ibama ganha segunda sala de apoio no Porto de Santos

    O Ibama recebeu no último dia 28/06 mais uma sala de apoio. O espaço, localizado no Terminal de Contêineres (Tecon), à margem esquerda do porto (Guarujá/SP), foi cedido pela Santos Brasil Participações S/A, uma prestadora de serviços portuários e logísticos, que opera o Tecon e o Terminal de Veículos (Tev).

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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  • São Paulo (12/11/2015) – O Ibama repatriou quatro ovos de falcão apreendidos com o irlandês Jeffrey Lendrum, em outubro, no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP). Os ovos estavam sob supervisão veterinária no Centro de Recuperação de Animais Silvestres do Parque Ecológico do Tietê, com autorização do Ibama.

    A devolução ao Chile foi realizada nesta sexta-feira (13) em voo que partiu de São Paulo. A ação teve apoio da Association for Falconry and the Conservation of Birds of Prey (IAF) e foi coordenada pelos órgãos ambientais do Brasil e do Chile com o objetivo de reintroduzir a espécie em seu habitat e promover sua conservação.

    O falcão peregrino é considerado ameaçado de extinção e está incluído no Anexo I da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e da Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites). A soltura na natureza só pode ser feita após o nascimento, que deve acontecer em local sob supervisão técnica especializada e que permita o contato parental com aves de rapina, para que não haja o chamado imprinting com seres humanos.

    Imprinting é um fenômeno comportamental que ocorre em geral com os filhotes e é especialmente significativo em aves de rapina. Eles aprendem por meio da observação do comportamento dos pais e por associação. Nesta etapa, as aves não devem associar seres humanos à obtenção de alimento, pois isso pode dificultar o desenvolvimento de comportamentos naturais necessários à soltura.

    O irlandês foi preso em flagrante em 22 de outubro no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos/SP, sob acusação de tráfico internacional de ovos de espécie rara de falcão. Jeffrey também portava incubadoras e equipamentos de escalada supostamente utilizados para acessar ninhos da espécie. A operação foi realizada pelo Ibama em parceria com a Agência Ambiental do Chile e com o apoio da Polícia Federal. Autuado em R$ 40 mil, o infrator responderá por transportar ovos da fauna silvestre sem autorização dos órgãos ambientais. Ele partiu de Santiago do Chile e pretendia utilizar o Brasil como conexão internacional para o aeroporto de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Lendrum já foi condenado pela mesma infração no Zimbabwe, em 1984; no Canadá, em 2002; e na Inglaterra, em 2010, segundo informações da BBC News.

    Verbena Fé
    Assessoria de Comunicação do Ibama
    (61) 3316-1015

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