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  • Brasília (01/09/2016) - O Ibama identificou a origem de mancha de óleo que causou poluição nas praias de Atalaia, em Sergipe, e aplicou multa de 12,5 milhões de reais à Petrobras. O acidente, que poluiu 4 km de praias, ocorreu em maio, mas sua origem ainda não havia sido determinada. A equipe de emergências ambientais da Superintendência do Ibama em Sergipe realizou vistorias à época, reunindo-se com a Marinha, o órgão estadual de Meio Ambiente e a Petrobras, com o objetivo de apontar a fonte poluidora.

    Após análises laboratoriais, a Petrobras assumiu a autoria do acidente, concluindo que o emissário submarino do Polo Atalaia (conhecido como PAP-1) foi o causador da mancha. Com a apuração, concluiu-se que a substância era uma mistura de sulfeto de ferro com traços de óleo, compatível com o petróleo produzido na Bacia de Sergipe-Alagoas.

    Devido ao lançamento de resíduo no mar em desacordo com a legislação vigente, a empresa recebeu um auto de infração do Ibama no valor de 12,5 milhões de reais.

    Embora não seja um empreendimento licenciado pelo Ibama, o Instituto já havia identificado falhas no descarte de água produzida do PAP-1, tendo alertado o órgão estadual e a empresa para regularização da atividade em mais de uma ocasião.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    (61) 3316-1015

  • Brasília (15/09/2015) - A Coordenação de Recursos Pesqueiros (Corep) do Ibama realizará nesta quarta-feira (16), das 9h30 às 18h30,  reunião técnica sobre a espécie invasora Coral-sol no auditório 2 do edifício-sede, em Brasília. O evento reunirá representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e das universidades do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além do Instituto Brasileiro de Biodiversidade (onde é desenvolvido o Projeto Coral-sol), com o objetivo de debater e avaliar propostas de trabalho sobre o tema.

    Segundo estudos, o Coral-sol (Tubastrea tagusensiseTubastrea coccinea) teria chegado ao Brasil incrustado em cascos de navios e plataformas de petróleo, ainda nos anos 80, e hoje atinge principalmente costões rochosos do litoral do Rio, de São Paulo, de Santa Catarina, do Espírito Santo, da Bahia, de Sergipe e de Alagoas.

    O Coral-sol tem origem no Oceano Pacífico. Por estar fora da sua área de distribuição natural e se reproduzir de forma descontrolada, ameaçando a fauna nativa, é considerado uma espécie exótica invasora. Sua presença em águas brasileiras reduz a biodiversidade e a abundância de espécies nativas, o que prejudica a produção pesqueira. Além disso, é considerado um invasor bastante eficiente por crescer rapidamente, ter estratégias de reprodução que aumentam seu potencial de consolidação e apresentar baixas taxas de mortalidade após o assentamento.

    A reunião sobre o Coral-sol será transmitida por videoconferência para as superintendências do Ibama nos estados do Ceará, Alagoas, Sergipe, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

    Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas/Ibama
    Foto: Juliana da Costa Gomes

  • Brasília (16/11/2016) – O Ibama multou a Petrobras em R$ 2,5 milhões na última terça-feira (08/11) pelo derramamento de 1,8 mil litros de óleo bruto no litoral sul de Sergipe em 21 de outubro deste ano. A mancha atingiu as praias de Caueira, no município de Itaporanga D'Ajuda (SE), Abaís e Saco, em Estância (SE), se espalhando por uma área de aproximadamente 30 km entre 21 e 24 de outubro.

    Cerca de 100 tartarugas depositaram ovos na área atingida pelo derramamento neste período. De acordo com o Projeto Tamar, nenhum dos filhotes foi impactado. Vistoria realizada em campo pelo Ibama também não identificou impacto a outras espécies da fauna local.

    Este foi o terceiro derramamento de óleo registrado no Sergipe nos últimos 18 meses. Em agosto deste ano, o Ibama já havia multado a empresa em R$ 12,5 milhões por descarte irregular de efluentes com teor de óleo acima do permitido. O impacto ambiental foi verificado por uma extensão de 4 km entre as praias dos Arcos e Banho Doce, no bairro Atalaia.

    Em abril de 2015, o vazamento de um duto que interliga as plataformas de produção PCM-5 e PCM-6, no campo de Camorim, na Bacia de Sergipe-Alagoas, despejou 7 mil litros de óleo no mar, o que levou o Ibama a multar a Petrobras em R$ 2,5 milhões. Na ocasião, foram atingidas as praias Abaís e Saco, no litoral sergipano, e Mangue Seco e Costa Azul, na Bahia.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    (61) 3316-1015

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