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  • Rio de Janeiro (30/09/2016) - O Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) apreenderam nesta quinta-feira (29/09) cinco barcos clandestinos e 10 redes de arrasto na Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapimirim, na altura da Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. Os envolvidos na pesca sem licença foram autuados em R$ 17,5 mil e serão denunciados ao Ministério Público por crime ambiental.

     Os fiscais surpreenderam os pescadores pela manhã, quando já haviam lançado as redes e realizavam o arrasto em busca de camarão no interior da unidade de conservação. A APA de Guapimirim abriga um dos últimos remanescentes de manguezal da Baía de Guanabara e funciona como berçário para inúmeras espécies marinhas.

    "A APA de Guapimirim mantém a Baía de Guanabara viva em termos ambientais. Ainda existem pescados de importância econômica como o robalo no Rio de Janeiro por causa dessa área protegida", diz o analista ambiental Renato Riebold, que coordenou a fiscalização.

    A pesca com redes de arrasto causa enormes prejuízos ao meio ambiente. Sua prática é proibida em unidades de conservação e em profundidade inferior a cinco metros na Baía de Guanabara, ou seja, em locais perto da costa. Estima-se que para conseguir um quilo de camarão a rede de arrasto revolve o fundo e captura dez quilos de outros organismos vivos, que serão descartados pelo pescador. "Grande parte é de peixes e organismos juvenis que não atingiram a maturidade sexual, uma perda enorme para a natureza", diz o analista do Ibama.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    Foto: Vinicius Modesto/Ibama

     

  • Brasília (12/09/2016) – O Ibama realiza, de 26 a 30 de setembro, nove audiências públicas para apresentar o Estudo e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) do sistema de transmissão Xingu-Rio às comunidades interessadas. O empreendimento, que possui 2771,8 km de linhas e instalações associadas, atinge 78 municípios nos estados do Pará, Tocantins, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A audiência pública é uma das etapas da avaliação de impacto ambiental e o principal canal de participação das comunidades nas decisões relacionadas ao empreendimento. Seu objetivo é apresentar o conteúdo dos estudos desenvolvidos pelo empreendedor aos interessados, esclarecer dúvidas e receber críticas e sugestões.

    Datas e locais das reuniões:

    Seropédica (RJ): dia 26/09/2016, às 18h30, no Seropédica Atlético Clube, localizado na Av. Ministro Fernando Costa nº 1330.

    Monte Alegre de Goiás (GO): dia 26/09/2016, às 18h30, no Teatro Multiuso, localizado na Praça Santo Antônio, nº 30, Centro.

    Andrelândia (MG): dia 27/09/2016, às 18h30, no Campestre Clube de Andrelândia, localizado na
    R. José Andrade Godinho nº 510.

    Porto Nacional (TO): dia 27/09/2016, às 18h30, no Centro Cultural Prof. Durval Godinho, localizado na Av. Joaquim Aires, s/n, Centro.

    Itutinga (MG): dia 28/09/2016 às 18h30, no Salão Cultural do Município, localizado na R. Lavras, nº 50, Centro.

    Itaporã do Tocantins (TO): dia 28/09/2016, às 18h30, na Escola Municipal Dona Augusta Maria de Jesus, localizada na R. Sete de Setembro, s/n, Centro.

    Unaí (MG): dia 29/09/2016, às 18h30, no Itapuã Iate Clube, localizado na R. Ursilino Brachado, nº 267, Centro.

    Curionópolis (PA): dia 29/09/2016, às 18h30, no Hotel Serra Leste, localizado na Rodovia PA-275, km 31, s/n, Bairro Planalto.

    Novo Repartimento (PA): dia 30/09/2016, às 18h30, no Auditório da Prefeitura de Novo Repartimento, localizado na Av. Girassóis, Quadra 25, nº 15, Bairro Morumbi.

    Mais informações:
    EIA/RIMA
    Edital de Convocação
    Edital de Disponibilização do EIA/RIMA

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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  • Brasília (21/06/2016) – O Ibama realizou nesta segunda-feira (20/6), no Rio de Janeiro, reunião convocatória para o Plano de Área da Bacia de Campos, o primeiro localizado offshore no país, com a participação de seis empresas de produção e exploração de petróleo.

    As empresas que operam na bacia terão prazo de até um ano para desenvolver o plano, que tem o objetivo de ampliar a capacidade de resposta a incidentes de poluição por óleo no mar, em atendimento ao Decreto 4.871, de 2003.

    “O plano de área vai além das ações individuais das empresas e passa a investir na sinergia de uma atuação integrada maior, oferecendo mais segurança para o atendimento a acidentes na região”, disse o superintendente do Ibama no Rio de Janeiro, Zilto Freitas.

    O secretário-executivo do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), Antônio Guimarães, destacou que o plano de área é a continuação de uma parceria que já existe com o Ibama por meio de Acordo de Cooperação Técnica. “É uma questão estratégica para o país, pois permite o compartilhamento de recursos e melhora a eficiência entre os operadores, incorporando a preservação ambiental”, disse Guimarães.

    A elaboração do plano de área é supervisionada pela Diretoria de Proteção Ambiental do Ibama, em parceria com a Superintendência no Rio e a Diretoria de Licenciamento Ambiental. “Com o plano de área, a resposta aos derramamentos de óleo no mar será mais rápida e eficiente, minimizando os impactos ambientais de um incidente de poluição. Além disso, o plano deverá prever o combate às manchas de óleo de origem desconhecida, dentro de sua área de abrangência”, afirmou a coordenadora-geral de Emergências Ambientais do Ibama, Fernanda Pirillo.

    A Bacia de Campos foi inicialmente escolhida por ser a principal região produtora de petróleo no país, contribuindo com 60% de toda a produção nacional do hidrocarboneto.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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  • Brasília (15/09/2015) - A Coordenação de Recursos Pesqueiros (Corep) do Ibama realizará nesta quarta-feira (16), das 9h30 às 18h30,  reunião técnica sobre a espécie invasora Coral-sol no auditório 2 do edifício-sede, em Brasília. O evento reunirá representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e das universidades do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além do Instituto Brasileiro de Biodiversidade (onde é desenvolvido o Projeto Coral-sol), com o objetivo de debater e avaliar propostas de trabalho sobre o tema.

    Segundo estudos, o Coral-sol (Tubastrea tagusensiseTubastrea coccinea) teria chegado ao Brasil incrustado em cascos de navios e plataformas de petróleo, ainda nos anos 80, e hoje atinge principalmente costões rochosos do litoral do Rio, de São Paulo, de Santa Catarina, do Espírito Santo, da Bahia, de Sergipe e de Alagoas.

    O Coral-sol tem origem no Oceano Pacífico. Por estar fora da sua área de distribuição natural e se reproduzir de forma descontrolada, ameaçando a fauna nativa, é considerado uma espécie exótica invasora. Sua presença em águas brasileiras reduz a biodiversidade e a abundância de espécies nativas, o que prejudica a produção pesqueira. Além disso, é considerado um invasor bastante eficiente por crescer rapidamente, ter estratégias de reprodução que aumentam seu potencial de consolidação e apresentar baixas taxas de mortalidade após o assentamento.

    A reunião sobre o Coral-sol será transmitida por videoconferência para as superintendências do Ibama nos estados do Ceará, Alagoas, Sergipe, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

    Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas/Ibama
    Foto: Juliana da Costa Gomes

  • Rio de Janeiro (01/08/2016) – O Ibama começa a monitorar a partir desta segunda-feira (01/08) os cerca de dois mil embarques e desembarques de voos internacionais previstos para ocorrer durante osJogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Com a operação, que reforçou o número de agentes de fiscalização nos principais aeroportos do circuito olímpico, o Instituto quer evitar que passageiros ingressem no País com plantas, animais exóticos ou substâncias que ameacem o meio ambiente na bagagem, ou retornem dos Jogos levando para o exterior componentes da biodiversidade brasileira.

    No alvo principal do Ibama estão o tráfico de animais silvestres, o transporte de exemplares da flora brasileira, a exportação de componentes do patrimônio genético e a circulação de substâncias químicas controladas pelo Instituto, além do porte de artefatos que usam fragmentos de animais nativos protegidos, como cocares indígenas, quadros de borboletas e adornos com penas, ossos e dentes, entre outros.  

    A operação prosseguirá até o fim dos Jogos Paralímpicos, em setembro. As ações estão centradas nos aeroportos de Guarulhos, Viracopos, Manaus, Galeão e outros estratégicos, além do Porto do Rio. São esses os terminais por onde circulará a maior parte dos cerca de um milhão de viajantes previstos para o período dos Jogos.

    "Em um evento deste porte, com pessoas de 205 países, precisamos evitar prejuízos ao meio ambiente. Entre eles, destacam-se os danos à nossa fauna e flora, como a introdução de uma espécie exótica que possa ameaçar os ecossistemas e as espécies nativas, ou o tráfico da biodiversidade brasileira para uso em pesquisas ou mesmo para o desenvolvimento de produtos no exterior", diz o coordenador-geral de Fiscalização Ambiental do Ibama, Jair Schmitt.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    Fotos: Vinícius Modesto / Ibama

  • Rio de Janeiro (03/08/2016) - Após levantamento inédito, o Ibama multou em R$ 1,8 milhão 32 embarcações da frota atuneira nacional que pescavam ilegalmente na Baía de Sepetiba, no litoral fluminense.

    Localizada no oeste do estado, a baía abriga a maior população de boto-cinza (Sotalia guianensis) do mundo, espécie em risco de extinção e ameaçada pela pesca predatória.

     O Programa de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras por Satélite (PREPS) é um sistema que monitora a movimentação dos barcos de grande porte na costa brasileira. Para identificar os que estavam praticando pesca proibida no habitat do boto-cinza, a Operação Mareados, realizada pela área de Inteligência do Ibama, analisou o histórico de deslocamento da frota pesqueira àquela região nos últimos três anos.

    Dos 32 barcos multados, todos eram atuneiros do sul e sudeste do país: 16 saíram de Santa Catarina, 4 do Rio Grande do Sul, 2 do Espírito Santo e 10 do Rio de Janeiro. No período fiscalizado, eles entraram na Baía de Sepetiba regularmente para capturar sardinhas-verdadeiras com rede de cerco - modalidade de pesca proibida para a região. Posteriormente elas seriam usadas como iscas-vivas na pesca do bonito-listrado, espécie-alvo dessa frota, já em alto mar.

    A Baía de Sepetiba possui normas específicas para pesca por ser um importante berçário natural para muitas espécies marinhas, além de local de ocorrência do boto-cinza. "A pesca de cerco imprime grande esforço sobre os cardumes, por isso não é tolerada em uma baía como essa. O declínio nas populações de boto-cinza, entre outras causas, também está relacionado à pesca de cerco porque ela compromete os estoques de peixes que alimentam o boto", diz o chefe da Fiscalização do Ibama no Rio de Janeiro, Leonardo Tomás.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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  • Rio de Janeiro (17/05/2016) - O Ibama multou, nesta segunda-feira (16), em R$ 40 mil por pescar ilegalmente na Baía de Sepetiba, no sul do Rio de Janeiro, um dos maiores armadores de pesca em atividade na costa do sudeste. Dona de uma frota atuneira com dezenas de embarcações de grande porte, a empresa sediada em Santa Catarina ainda teve um barco industrial, 150 quilos de peixes e cerca de 500 metros quadrados de redes apreendidos pelo instituto.

    Além do armador, o Ibama autuou também o mestre da embarcação em R$ 10 mil pelo mesmo crime. "Ele autorizou o cerco na baía, porque cabe ao mestre a decisão do local da pesca, e ainda prosseguiu com a atividade mesmo com a licença do barco vencida", explicou o chefe do escritório do Ibama em Angra dos Reis, Felipe Bonifácio. Os 19 integrantes da tripulação envolvidos no crime ambiental foram presos pela Polícia Federal, indiciados por pesca ilegal, e soltos após pagar a fiança.

    O atuneiro da empresa foi flagrado por agentes do instituto e da Polícia Federal (PF) quando fazia cerco na Baía de Sepetiba, local proibido para esta modalidade de pesca, na noite de sexta-feira (13). A embarcação partiu de Santa Catarina no dia 5 de maio, já com a licença de pesca vencida desde o início do mês, e havia acabado de entrar na baía em busca de iscas-vivas (pequenos peixes como a sardinhas-da-boca-torta e manjubas) para a pesca do atum, que ocorre em alto-mar.

    Segundo o Ibama, os atuneiros que invadem a baía de Sepetiba contribuem significativamente para a alta mortandade de botos-cinza que vem ocorrendo na região. "Esse tipo de pesca realizada em grande escala retira o alimento dos botos-cinza, que também ficam presos nas redes de cerco e acabam se afogando. Prejudicam os botos na competição por alimento e na pesca incidental", afirma Felipe.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    Foto: Felipe Bonifácio/Banco de Imagens do Ibama

  • Rio de Janeiro (09/10/2015) - A Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (SMAC) foi autuada nesta quarta-feira (07) em R$ 1 milhão por descumprir notificação do Ibama que determinava o início das obras de reforma no Zoológico do Rio até 1.º de agosto.

    O Ibama encontrou irregularidades em todas as vistorias realizadas em 2012, 2013, 2014 e 2015. A notificação foi emitida em julho, após a constatação de que os problemas apontados não haviam sido corrigidos pela Fundação RioZoo, subordinada à SMAC, que administra o zoológico, o mais antigo do Brasil.

    O processo administrativo do caso já acumula 20 volumes e reúne uma dezena de pareceres, nos quais a Fundação RioZoo é notificada a se adequar, principalmente em relação à densidade populacional nas instalações, e a realizar obras estruturais urgentes.

    Na última vistoria, em 16 de junho deste ano, a equipe do Ibama verificou mais uma vez que os problemas permaneciam sem solução. Entre eles, a altura e o tamanho de Zoológico Rio de Janeirorecintos, ainda inadequados, além da ambientação deficitária. As obras nos recintos denominados “Viveirão”, “Corredor de Fauna”, "Extra" e “Núcleos de Reprodução de Felinos e Saguis” também não ocorreram, apesar de serem consideradas prioritárias pelo Ibama.

    "Houve apenas o esvaziamento parcial desses locais, com remanejamento dos animais para os recintos da área de exposição, o que não resolve o problema. A realização das obras continua sendo de extrema necessidade e urgência para o bem-estar dos animais e a segurança dos tratadores", diz o chefe-substituto da Divisão de Fiscalização do Ibama no Rio de Janeiro, Vinícius Modesto de Oliveira.

    Nelson Feitosa
    Assessoria de Comunicação do Ibama
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  • Rio de Janeiro (28/09/2015) - O Ibama participou, nos dias 23 e 24 de setembro, do exercício geral do plano de emergência externo da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (usinas Angra 1 e 2), em Angra dos Reis e Paraty, no Rio de Janeiro. A simulação reuniu cerca de 600 pessoas, 200 viaturas, três aeronaves e diversas embarcações de 58 diferentes organizações.

    Doze analistas ambientais do Ibama deram apoio logístico para coleta em uma área “suspeita de contaminação” no mar e ocuparam posições no Centro de Coordenação e Controle de Emergência Nuclear (CCCEN), auxiliando os órgãos de defesa civil nas ações de proteção à população e na tomada de decisão em relação ao meio ambiente.Simulação Angra

    O treinamento, realizado desde 1994, tem por objetivo avaliar a eficácia das medidas previstas para emergências nucleares no país. Pela primeira vez, o exercício simulou a liberação de material radioativo para o meio ambiente a partir de um acidente em Angra 1. Para isso, foi elaborado um cenário que “negligenciou” de forma proposital as principais barreiras de segurança. É a segunda vez que um exercício com esta complexidade é realizado no mundo. A primeira foi em 2005, na Hungria.

    A execução do plano de emergência externo da central nuclear cabe aos órgãos de segurança, como Defesa Civil, Exército e Marinha, que integram o Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (Sipron). Desde 2013 o Ibama participa do Comitê de Planejamento de Resposta a Situações de Emergência Nuclear no Município de Angra dos Reis (Copren/AR) e do o CCCEN, que é acionado logo após o alerta de acidente.Simulação Angra

    "Os cenários em uma emergência nuclear são diversos. O mais importante é retirar e proteger a população, mas é muito importante a presença do Ibama no planejamento e no centro de coordenação. Isso porque, além do apoio logístico, o instituto dá orientação ambiental às instituições envolvidas, que assim atuarão melhor para solucionar os problemas no momento do acidente", disse o analista ambiental do Núcleo de Atendimento às Emergências Ambientais de Angra dos Reis Leandro Gonsalves, um dos representantes do instituto no Copren/AR e no CCCEN.

    Nelson Feitosa
    Ascom/Ibama RJ
    Fotos: Nelson Feitosa

  • Rio de Janeiro (16/10/2015) - O Ibama impediu nesta terça-feira (13/10) o crescimento de ocupação irregular em manguezal no bairro da Ribeira, em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro. Na ação, duas casas em construção foram demolidas e uma terceira, embargada. Cada responsável pelas obras irregulares foi multado em R$10 mil por destruir Área de Preservação Permanente.

    A demarcação e venda de lotes no local começou no fim do ano passado. Em pouco tempo, parte do mangue já estava aterrada e ocupada por construções ilegais.

    Segundo levantamento do instituto, cerca de 200 metros quadrados do manguezal foram danificados. O loteamento, porém, ainda avançaria sobre a área protegida se não fosse interrompido.

    "Vamos embargar novas construções e impedir que invadam o que ainda restou do manguezal. O mangue é um ecossistema chave para a a reprodução de inúmeros Obras irregulares Angra dos Reis organismos marinhos. É fundamental para a saúde do homem e do oceano", disse o chefe do escritório do Ibama em Angra dos Reis, Felipe Bonifácio.

    O mangue da Ribeira é um remanescente do grande manguezal que existia onde hoje é a cidade de Angra dos Reis. Apesar da ocupação desordenada da região, ele ainda possui vegetação nativa bem preservada e cumpre importantes funções ecológicas. A operação do Ibama teve o apoio da Policia Federal, da Polícia Militar e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Angra dos Reis.

    Nelson Feitosa
    Assessoria de Comunicação do Ibama
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  • Brasília (11/08/2016) – Por determinação do Ibama, a Petrobras inaugurou o Portal Comunica Bacia de Santos, com as informações disponíveis sobre empreendimentos de óleo e gás localizados na maior bacia sedimentar marítima do país, com área total de 350 mil quilômetros quadrados, que se estende de Cabo Frio (RJ) a Florianópolis (SC). No site, há mapa interativo com a localização dos empreendimentos e informações sobre os impactos socioambientais relacionados; os projetos desenvolvidos como medida de mitigação, compensação e monitoramento; o funcionamento do processo de licenciamento ambiental; e a geração e distribuição de royalties. Também estão disponíveis notícias, informes, agenda de eventos e um canal para contato com a Petrobras.

    As primeiras atividades na Bacia de Santos tiveram início nos anos 1970 e aumentaram a partir da descoberta de grandes reservas de óleo e gás na última década. Com a intensificação das atividades relacionadas ao desenvolvimento do Pré-sal, a Coordenação-Geral de Petróleo e Gás (CGPEG) do Ibama determinou que a Petrobras desenvolvesse um site como parte do Programa de Comunicação Social da Bacia de Santos. O objetivo da iniciativa é a criação de um novo instrumento de transparência e suporte que permita o controle social do licenciamento ambiental.

    A responsabilidade pela elaboração e manutenção do site é da Petrobras, com supervisão e acompanhamento do Ibama.

    O licenciamento ambiental das atividades e empreendimentos de exploração e produção de petróleo e gás natural no ambiente marinho e em zona de transição terra-mar é realizado pela CGPEG, que conduz os processos relacionados a pesquisas sísmicas, perfuração de poços, testes de longa duração e desenvolvimento da produção e escoamento.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    Mais informações:

    comunicabaciadesantos.com.br

  • Rio de Janeiro (10/11/2015) – Duzentos e oitenta e seis animais silvestres apreendidos pelo Ibama em cativeiros ilegais no Rio de Janeiro foram reabilitados e serão devolvidos à região de ocorrência, em Porto Seguro, no sul da Bahia.

    A operação de soltura dos 274 jabutis, onze pássaros e uma iguana será realizada pelas superintendências do Ibama no Rio, no Espirito Santo e na Bahia, com apoio da Marinha.

    Antes disso, passarão por um período de recuperação no Centro de Triagem (Cetas) de Porto Seguro, que inclui exames clínicos e marcação individual para futura identificação.

    Os animais foram reabilitados no Cetas do Rio e deverão chegar ao Nordeste nesta quarta-feira (11). Todos serão soltos em uma área protegida na localidade de Tremendal.

    “Muitos animais retirados das matas do Norte e Nordeste são levados ilegalmente para o Sudeste. O tráfico só ocorre porque existem compradores. É importante conscientizar as pessoas para que não comprem animais de origem ilegal”, diz a analista ambiental Taciana Sherlock, do Núcleo de Biodiversidade do Ibama no Rio.

    Segundo ela, as espécies de maior ocorrência são pássaros, quelônios e primatas. “A maioria dos animais que chegam ao Cetas do Rio é de outras regiões do país. EssePássaros processo de retorno à região de ocorrência é muito trabalhoso.”

    O Centro de Triagem de Animais Silvestres recebe espécies apreendidas em operações contra o tráfico, resgatadas ou entregues de forma voluntária. O processo de reabilitação não é o mesmo para todos. “Alguns animais que estão acostumados com a presença humana demoram mais tempo para serem reabilitados. Trabalhamos com alguns papagaios que levam até seis meses para voltar à natureza”, diz Taciana.

    Nelson Feitosa
    Assessoria de Comunicação do Ibama
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  • Brasília (04/01/2018) - Vazamento estimado em 4.900 litros de petróleo no Campo de Espadarte, no sul da Bacia de Campos (RJ), na manhã desta quarta-feira (02/01), causou mancha de pelo menos 38 quilômetros de extensão por 20 metros de largura no mar. O produto vazou a partir de furo no casco de uma Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência (FPSO, na sigla em inglês) da Petrobras.

    Para conter os danos ambientais em razão do vazamento, a Petrobras enviou três embarcações à área atingida para dispersão mecânica do óleo e aumentou o calado da plataforma, o que elevou a pressão de fora para dentro na estrutura, interrompendo o vazamento pelo furo nesta quinta-feira (03/01). Mergulhadores realizam o tamponamento do furo como medida definitiva. Há possibilidade de ocorrer desprendimento de óleo residual da estrutura da plataforma, de material impregnado no casco do navio e por diferença hidrostática em função da movimentação da embarcação.

    Uma equipe de analistas do Ibama realiza vistoria na área atingida em avião equipado com sensores. Laudo técnico vai determinar a dimensão do dano ambiental e servirá de base para aplicação de sanções à Petrobras. “Até o momento não há indicativo de chegada de óleo nas praias da região e não foram avistados animais atingidos pelo vazamento”, disse a coordenadora-geral de Emergências Ambientais do Instituto, Fernanda Pirillo.

    A FPSO Cidade do Rio de Janeiro está em fase de descomissionamento e sem produção desde julho de 2018, mas possui Licença de Operação (LO) válida expedida pelo Ibama. A fiscalização da segurança operacional da plataforma é atribuição da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e a manutenção da integridade da estrutura é de responsabilidade da Petrobras.

    A Petrobras irá transportar o óleo restante nos tanques da FPSO Cidade do Rio de Janeiro para outros reservatórios intactos.

    O Ibama, em ação coordenada com a Marinha e a ANP, seguirá monitorando a área.

     

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