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  • Brasília (01/07/2016) – O Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Ibama (Prevfogo) está contratando 810 brigadistas, dos quais 179 são índios, para enfrentar as queimadas durante o período de estiagem, que se concentra de julho a outubro. Serão formadas 49 brigadas: 23 indígenas, 11 especializadas em diferentes biomas e de pronto atendimento, 14 de assentamentos e uma de território quilombola. As contratações ocorrem nos estados de Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia e no Tocantins.

    Monitoramento de focos de calor realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) aponta que o primeiro semestre de 2016 foi o pior já registrado desde o início do levantamento. Quase todos os meses superaram as máximas históricas, conforme estatística disponível no site do Inpe. No estado de Roraima, a estiagem provocou incêndios florestais de grandes proporções, mas uma atuação articulada de vários órgãos, coordenada pelo Centro Integrado Multiagências de Cooperação Operacional (Ciman/Roraima), evitou uma destruição semelhante à de 1998, quando cerca de 13 milhões de hectares foram queimados.

    O Programa Brigadas Federais protege diretamente cerca de 15 milhões hectares de terras indígenas, 7,5 milhões de hectares de projetos de assentamento e 265 mil hectares de territórios quilombolas. Também auxilia na proteção de cerca de 12 milhões de hectares de Unidades de Conservação (UCs) federais, estaduais, municipais e particulares.


    Segundo o responsável pelo Núcleo de Operações de Combate do Prevfogo, Rodrigo Falleiro, a expectativa é que esse trabalho também seja realizado de julho a outubro pelo Ciman nacional. “Nenhuma instituição tem capacidade de enfrentar todos os problemas relacionados aos incêndios florestais no Brasil de forma isolada”, disse Falleiro. O Prevfogo realiza essa função de articulação entre os diversos órgãos do Sistema Nacional de Prevenção e Combate, conforme previsto no Decreto Presidencial 2.661/1998, que regulamenta questões relacionadas ao fogo no Brasil.

    As principais operações de combate aos incêndios florestais podem ser acompanhadas em tempo real pelo Ciman Virtual.

    Programa Amazônia Sem Fogo

    Servidores do Ibama iniciaram no dia 20 de junho, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, o I Curso Internacional de Formação de Instrutores em prevenção e combate a incêndios florestais. A iniciativa faz parte do Programa Amazônia Sem Fogo (PASF), acordo trilateral entre Brasil, Itália e Bolívia, que tem como objetivo reduzir incêndios florestais na região da Amazônia Boliviana por meio do emprego de alternativas ao uso do fogo e formação de brigadistas e educadores.

    Do total de 41 participantes, 38 foram aprovados como instrutores para replicar os conhecimentos adquiridos. A organização do curso teve a participação de militares do exército Boliviano, técnicos da Diretoria de Meio Ambiente e Defesa Civil Boliviana, de municípios do estado de Santa Cruz e guarda-parques de Unidades de Conservação.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    (61) 3316-1015

  • Brasília (10/11/2016) – O Ibama participou na última segunda-feira (07/11) do 1º Seminário de Monitoramento Integrado com Radar Orbital 2016, em que foi discutido o uso de tecnologia que permite observar a superfície terrestre através das nuvens em períodos de clima fechado e de chuvas. A iniciativa faz parte do Projeto Amazônia SAR, realizado pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), com apoio do Ibama e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

    As informações obtidas pelo radar são enviadas ao Ibama e analisadas pela equipe de geoprocessamento, resultando em monitoramento com dados mais precisos para a fiscalização. O projeto é financiado pelo Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). "O Projeto Amazônia SAR permite ao Ibama chegar ainda mais rápido aos desmatamentos, principalmente na época de chuva. Esse financiamento veio em momento propício, justamente quando o Ibama aprovou seu projeto de apoio logístico à fiscalização (Profisc)”, disse o diretor de Proteção Ambiental, Luciano Evaristo.

    Área de vegetação amazônica suprimida. Imagens de satélite.          

    Área de vegetação amazônica suprimida. Imagens de satélite.

    O monitoramento da Amazônia em tempo real realizado pelo Inpe utiliza radar ótico e pode ser prejudicado pela presença de nuvens. O radar orbital do Projeto Amazônia SAR emite pulsos de rádio cujos ecos são recebidos e gravados para gerar imagens SAR. A tecnologia, que será utilizada para monitorar cerca de 950 mil quilômetros quadrados por mês, não depende da luz do sol e tem a vantagem de ultrapassar a barreira de nuvens, permitindo a detecção do desmatamento no período chuvoso, que se estende de outubro a abril. Os alertas emitidos serão utilizados pelo Ibama e pelos órgãos estaduais na fiscalização.

    Participaram do seminário como palestrantes do Ibama os coordenadores-gerais de Fiscalização Ambiental, Jair Schmitt, e de Monitoramento, George Porto, que abordou a metodologia de priorização dos polígonos de desmatamento na Amazônia com base em sua velocidade e persistência, detalhando a leitura das imagens de satélite. Schmitt destacou a importância de novas tecnologias para o combate ao desmatamento. "As medidas repressivas são fundamentais para coibir a prática criminosa do desmatamento e irão auxiliar as ações de fiscalização ambiental", disse Schmitt.

    Mais informações:

    Sipam - Projeto Amazônia SAR
    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    (61) 3316-1015
    Fotos: Ascom Censipam

  • Brasília (12/07/2016) – Operação do Ibama e da Polícia Militar Ambiental do Pará resultou na detenção de 17 pescadores ilegais e na apreensão de cerca de 700 quilos de pescado na Terra Indígena (TI) Baú, em Altamira (PA). Os peixes seriam transportados e vendidos na região metropolitana de Belo Horizonte (MG).

     O grupo estava acampado em barracas às margens do rio Pimenta e foi autuado em R$25 mil, além de ter os apetrechos de pesca, como redes e tarrafas, inutilizados. Os 17 pescadores estão sujeitos às penalidades previstas na Lei de Crimes Ambientais e responderão a processos administrativos. Toda a carga apreendida será doada.

    Com 1,54 milhão de hectares, a TI Baú foi demarcada em 2008 e é ocupada por índios da etnia Kayapó, que colaboram com o monitoramento da área denunciando atividades ilegais, predatórias e potencialmente poluidoras.

    A ação faz parte da operação Onda Verde, que atua na prevenção e no combate ao desmatamento e às infrações ambientais na Amazônia, como a pesca predatória. Os estoques pesqueiros são fonte de alimento para populações indígenas e comunidades locais.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    (61)3316-1015

  • Brasília (30/09/2015) – O Ibama participou do II Congresso Internacional de Mineração Ilegal, na Colômbia. O objetivo do encontro, realizado nos dias 21 e 22 de setembro, foi apresentar as ações que os países da região amazônica estão realizando para controlar a mineração ilegal e promover sua integração. Além do Brasil, estavam representados os governos da Colômbia, do Peru e do Equador.

    O Brasil enviou um representante do Ministério de Minas e Energia e o Coordenador-Geral de Fiscalização Ambiental do Ibama, Jair Schmitt, que apresentou o modelo de combate à mineração ilegal utilizado na Amazônia brasileira. O coordenador destacou a identificação de áreas de mineração pelo monitoramento de alterações na cobertura vegetal, realizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e as ações de fiscalização ambiental, que ocorrem principalmente em terras indígenas e outras áreas protegidas.

    Na Colômbia, a extração ilegal de ouro é um dos principais problemas. Além de causar diversos impactos ambientais, é mais lucrativa que o narcotráfico, sendo explorada pelo crime organizado e grupos paramilitares. Esse cenário vem desencadeando uma série de problemas sociais, como violência, trabalho infantil, sonegação de tributos e falta de segurança pública. Como solução, o governo colombiano vem reforçando a investigação criminal, a repressão policial e a destruição de maquinário.

    Na Amazônia, a mineração ilegal causa grandes impactos. Segundo o projeto Terraclass 2012, que qualifica o uso da terra na Amazônia, cerca de 100 mil hectares de florestas foram desmatados pela mineração, dos quais mais de 6% em terras indígenas e unidades de conservação federal. “O problema é muito grave e necessita de um plano de ação que envolva os diversos órgãos governamentais para prevenir e controlar atividades ilegais”, disse Jair Schmitt.

    Badaró Ferrari
    Assessoria de Comunicação do Ibama
    (061) 3316 1015

  • Manaus (21/12/2016) - O Ibama embargou 2.155 hectares de áreas degradadas na floresta amazônica ao longo da BR-319. A operação foi realizada na primeira quinzena de dezembro com o objetivo de combater desmatamentos e queimadas no entorno da rodovia. Os 48 locais identificados equivalem a aproximadamente 2.200 campos de futebol. Foram aplicados autos de infração que totalizam R$ 275 mil.

    Investigações são realizadas para punir os infratores não identificados, que serão responsabilizados e deverão reparar os danos ambientais. A estimativa é que o valor de multas ultrapasse R$ 1 milhão após o encerramento da ação. Durante a operação, foi autuado o responsável por uma invasão em estágio inicial, próxima ao km 140 da rodovia, sentido Manaus/Porto Velho, no município de Careiro (AM).

    O Ibama realiza o monitoramento permanente na região da BR-319, que concentra áreas de floresta nativa. Segundo o chefe da Divisão Técnica do Instituto no Amazonas, Geandro Pantoja, serão realizadas outras ações de fiscalização para impedir a degradação do meio ambiente ao longo da rodovia.

    O licenciamento da BR-319 é realizado pelo Ibama. O Instituto emitiu Licença de Instalação para obras de manutenção válida até abril de 2017. Também foi elaborado Termo de Referência para elaboração dos estudos de pavimentação da rodovia. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) deve apresentar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) para continuidade do processo.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    (61) 3316-1015

  • Brasília (12/08/2016) – O Ibama divulgou nesta quinta-feira (11/08) a publicação "Manejo Conservacionista e Monitoramento Populacional de Quelônios Amazônicos". O manual trata dos aspectos metodológicos para conservação e monitoramento de quelônios amazônicos, e traz informações sobre educação ambiental e participação das comunidades locais no processo.

    Foi desenvolvido a partir de trabalhos realizados pelo Projeto Quelônios da Amazônia (PQA), coordenado pelo Ibama. Desde 1979, o programa já realizou a soltura de mais de 70 milhões de tartarugas-da-amazônia (Podocnemis expansa), tracajás (Podocnemis unifilis) e pitiús (Podocnemis sextuberculata), que historicamente sofrem grande pressão resultante da caça e da perda ou alteração de habitat.

    “O PQA é muito importante porque envolve aspectos socioambientais de monitoramento e conservação a partir do envolvimento das comunidades ribeirinhas nas regiões de ocorrência das espécies”, diz a diretora de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas (DBFlo) do Instituto, Ana Alice Biedzicki de Marques. Onde o projeto é realizado, moradores próximos às áreas de desova monitoram os ovos dos quelônios para garantir uma maior taxa de eclosão. Além disso, cuidam dos filhotes até que tenham condições de serem soltos na natureza, com maior possibilidade de sobrevivência.

    Resultado do trabalho conjunto do Ibama com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e instituições de pesquisa, a obra atualiza métodos e pesquisas empregados na conservação dos quelônios amazônicos, tornando-se referência para servidores, pesquisadores e estudantes, entre outros. São nove capítulos que detalham o conhecimento da conservação dos quelônios amazônicos no Brasil; a história natural e a biologia dessas espécies; questões relacionadas ao envolvimento comunitário; e as ações do planejamento ao preparo das áreas de reprodução, passando pelo monitoramento nos locais de desova e durante a incubação dos ovos, até o manejo dos filhotes, dos berçários à soltura.

    “A recuperação e manutenção dos índices populacionais de quelônios amazônicos desejáveis está condicionada à continuidade, ao aprimoramento e à ampliação dos trabalhos de proteção, manejo e pesquisa com esses animais. Como toda atividade de gestão ambiental, requer rigoroso planejamento e revisões periódicas dos procedimentos técnico-metodológicos, segundo orientações científicas validadas, e adotados pelas diversas instituições interessadas”, aponta a publicação.

    O manual é uma das ações previstas no Plano de Ação Nacional de Quelônios Amazônicos. A editoração foi realizada pelo Centro Nacional de Informação Ambiental (Cnia) do Ibama. Está disponível em formato digital para download gratuito neste link.

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    (61) 3316-1015
    Foto: Ibama

  • Brasília (23/02/2015) - Ezequiel Antônio Castanha, o maior grileiro da BR 163, foi preso pelo Ibama no último sábado (21), em Novo Progresso, no Pará. A ação contou com a participação da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança.

    A prisão preventiva foi decretada pela Justiça Federal de Itaituba por ação movida pelo Ministério Público do Pará.

    A prisão de Castanha coroa com êxito a Operação Castanheira, deflagrada pelo Ibama, Ministério Público Federal, Receita Federal e Polícia Federal, que desarticulou a maior quadrilha de grileiros que operava na região da BR 163, no estado do Pará, respondendo por 20% de todo o desmatamento da Amazônia.

    Segundo o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano Evaristo, que acompanhou a operação, a efetivação da prisão do grileiro Castanha é o maior marco representativo das ações de combate ao desmatamento no oeste do Pará. “A desarticulação desta quadrilha contribui significativamente para o controle do desmatamento na região”.

    Castanha vinha atuando na BR 163 invadindo terras da União, promovendo o desmatamento e comercializando ilegalmente as terras furtadas. Apenas o núcleo familiar do grileiro responde por quase R$ 47 milhões em multas junto ao Ibama, sem contar com os autos de infração em nome dos demais membros da quadrilha.

    O maior desmatador da Amazônia será julgado pela Justiça Federal e poderá receber pena de mais de 46 anos de prisão pelos diversos crimes cometidos, tais como desmatamento ilegal, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, uso de documentos falsos, além de outros.

    Ascom Ibama

  • Brasília (02/09/2016) – Mais de 60 brigadistas do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) do Ibama, apoiados por veículos e aeronaves, trabalham em seis frentes de fogo para conter o avanço das chamas na Terra Indígena (TI) Arariboia, no Maranhão, onde vivem índios isolados da etnia Awá. A operação, iniciada em 8 de agosto, tem a participação de 43 brigadistas indígenas. O fogo já atingiu cerca de 18% dos 413 mil hectares da TI. Para evitar o contato com os isolados, foi necessário desmontar um dos acampamentos avançados do Prevfogo na semana passada. Na ocasião, um grupo de índios Awá foi visto por brigadistas que combatiam o fogo dentro do território.

    Segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), são considerados isolados os grupos indígenas que não estabeleceram contato permanente com a população nacional, diferenciando-se dos povos indígenas que mantêm contato antigo e intenso com os não-índios.

    Na última segunda-feira (29/08), foi realizada uma reunião do Centro Integrado Multiagências de Coordenação Operacional Nacional (Ciman), com a participação da Coordenação-Geral de Índios Isolados e de Recente Contato da Funai, para tratar especificamente de incêndios em áreas de grupos isolados. Foi decidido que os brigadistas deveriam retornar ao combate na região e que a Funai enviaria um servidor especialista para acompanhar a situação de perto.


    Segundo o analista ambiental do Ibama Rodrigo Falleiro, as operações de combate aos incêndios florestais em áreas onde há registro de índios isolados têm se tornado cada vez mais frequentes. Em 2015, duas grandes operações foram realizadas para proteger a floresta onde vivem os Awá, na TI Arariboia. Em março de 2016, na TI Yanomami, em Roraima, brigadistas controlaram uma frente de fogo que ultrapassava 30 quilômetros de extensão, protegendo áreas por onde circulam comunidades em isolamento.

    A diminuição das chuvas na Amazônia, provocada nos últimos 15 meses pelo fenômeno El Niño, ainda influencia os padrões de queimadas e incêndios florestais na região. Com a floresta mais seca, áreas que normalmente não seriam suscetíveis ao fogo estão sendo atingidas.

    Equipes do Prevfogo também combatem incêndio que atinge cerca de 8% do Parque Indígena do Xingu no Mato Grosso. Cerca de 70 pessoas participam da operação, com o apoio de seis viaturas, um caminhão de transporte de tropas, um helicóptero, seis barcos e duas bases avançadas. “Culturalmente, os índios utilizam o fogo na agricultura. Nas condições climáticas atuais, em que a seca fragiliza as florestas e as deixa mais suscetíveis às chamas, a prática da queima faz com que o fogo penetre ainda mais na floresta, destruindo árvores frutíferas, matando a caça, causando a degradação do solo e eliminando o material que seria usado para a construção de moradias”, disse o chefe do Prevfogo, Gabriel Zacharias. Segundo ele, o fogo que tem origem nas áreas do entorno, geralmente bem degradadas, aumenta o efeito de borda, derrubando árvores, permitindo a entrada do sol e secando a floresta.

    Com o objetivo de melhorar a gestão do fogo em terras indígenas, o Prevfogo realizará um encontro com representantes de organizações não governamentais e da Funai na próxima segunda-feira (05/09), após reunião do Ciman.

    Mais informações:

    Ciman Virtual

    Fotos

    Assessoria de Comunicação do Ibama
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    (61) 3316-1015
    Fotos: Vinícius Mendonça/Ibama

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