Mamíferos Aquáticos PDF Imprimir E-mail

Centro de Mamíferos Aquáticos

EQUIPE TÉCNICA

  • Camile Lugarini - médica veterinária ( Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. )
  • Carolina Alvite - bióloga ( Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. )
  • Josarnaldo Ramos Paulo - pedagogo ( Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. )

HISTÓRIA

Em 1990 foi criado o Centro Nacional de Conservação e Manejo de Sirênios (Centro Peixe-Boi) e iniciaram-se os trabalhos da Unidade Móvel do Projeto Peixe-Boi Marinho com o objetivo de determinar a distribuição da espécie na costa norte e nordeste do país, por meio de entrevistas nas comunidades litorâneas, além de priorizar campanhas de educação ambiental. As informações obtidas puderam subsidiar as ações da conservação.

Em 1998 o Centro Peixe-Boi recebeu o status de Centro Nacional de Pesquisa, Conservação e Manejo de Mamíferos Aquáticos (CMA) ampliando suas ações a outras espécies de mamíferos aquáticos. O CMA atualmente possui Bases de Proteção e Pesquisa, onde são realizados pesquisas de ecologia, biologia, conservação e manejo de peixes-boi e outras espécies de mamíferos aquáticos. O trabalho de educação ambiental, o incremento do ecoturismo e as atividades de desenvolvimento comunitário são importantes medidas de proteção e apoio às comunidades litorâneas que o CMA vem intermediando e expandindo.

Para a proteção de áreas importantes de ocorrência de peixes-boi marinhos foram criadas três importantes Áreas de Proteção Ambiental: APA de Mamanguape/PB, APA do Delta do Parnaíba/PI e APA Costa dos Corais/AL. E o CMA espera em breve expandir o número de Unidades de Conservação no território nacional para fomentar a preservação das espécies de mamíferos aquáticos, dentre elas a Reserva Extrativista (RESEX) da Baía do Tubarão e Guarapiranga no estado do Maranhão. Além disso, o CMA realiza a reabilitação, reintrodução e monitoramento de peixes-boi, o que contribui para a conservação da espécie.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO CMA/MA

Crianças desenham peixe-boi na campanha

Através da expedição “Igarakuê” em 1992, os trabalhos de conservação do peixe-boi marinho tiveram início no estado do Maranhão. Em 2001 começou o processo de implantação do Centro de Mamíferos Aquáticos/MA. Atualmente o CMA/MA prioriza atividades como campanhas de educação ambiental, implantação e implementação de pontos fixos de observação e monitoramento de peixes-boi em vida livre, e resgate de mamíferos aquáticos vivos ou mortos.

1. CAMPANHAS CONSERVACIONISTAS

As campanhas conservacionistas são realizadas por meio de visitas periódicas às comunidades litorâneas. O CMA realiza educação ambiental e estabelece parcerias locais.

As campanhas informativas abrangem grande número de pessoas dentro das comunidades, que agirão como multiplicadores dos conhecimentos adquiridos. Espera-se que as informações decorrentes de avistagens e encalhes cheguem mais freqüentemente aos técnicos do CMA, facilitando, assim, a rápida ação por parte do Centro.

1.1 CAMPANHA “NÃO MATE”

A campanha “Não Mate” tem como foco principal a captura acidental em redes de pesca, seguida por morte, já que esta é a principal causa de mortalidade atual de peixes-boi na região. Espera-se com isso obter resultados no sentido de minimizar esta causa de ameaça. Esta campanha vem sendo realizada anualmente nas comunidades costeiras do litoral do Maranhão, como parte da estratégia de conservação da espécie na região.

Os objetivos são:

• Orientar os pescadores e a comunidade litorânea em geral sobre a proibição da captura de peixes-bois e preservação dos mamíferos aquáticos e ecossistemas associados.

• Levar informações sobre o peixe-boi marinho, sua biologia, ecologia e principais ameaças às comunidades costeiras.

• Levantar informações sobre o atual status de conservação do peixe-boi marinho no litoral do Maranhão.

• Formar uma rede de colaboradores locais para informar ao CMA/MA a ocorrência de encalhes de mamíferos aquáticos.

No ano de 2007 foi realizada uma saída de campo ao município de Humberto de Campos, litoral leste do Maranhão. O deslocamento entre as comunidades costeiras foi realizado com o barco do IBAMA, durante o período de 15 a 19 de julho. Esta região é a principal área de ocorrência da espécie no estado, onde grupos de até 14 animais já foram observados. No total foram visitadas sete comunidades e a sede do município de Humberto de Campos, percorrendo cerca de 130 quilômetros embarcados. A campanha atingiu diretamente cerca de 300 pessoas, das quais 200 somente na Ilha do Gato, com distribuição de 100 camisetas de colaborador e 300 cartazes.

A campanha informativa foi realizada junto às comunidades litorâneas da área de ocorrência do peixe-boi marinho. O trabalho constou da realização de conversas informais com os capatazes das colônias de pescadores e membros da comunidade, reuniões, palestras, apresentação de vídeos, distribuição de cartazes em pontos estratégicos e de camisetas para os colaboradores locais.

Além disso, quando possível, foi aplicado um questionário, elaborado com base no utilizado durante a expedição “Igarakuê” (expedição para levantar o status da população de peixes-boi marinhos no litoral norte e nordeste realizado em 1992 e 1993), com o objetivo de levantar o atual status de conservação do peixe-boi no estado. Durante o deslocamento da equipe foram levantadas informações sobre os principais recursos naturais, fauna e avistagem de mamíferos aquáticos, com o uso de GPS. Todos os pontos visitados foram georeferenciados para formação de banco de dados.

1.2 Campanha “Encalhou?!”

A campanha informativa “Encalhou?!” é realizadas nas comunidades litorâneas, além do Aglomerado Urbano de São Luís e Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. São realizadas conversas informais com membros das comunidades, reuniões, distribuição de cartazes em pontos estratégicos e camisetas para colaboradores. Além disso, também é aplicado um questionário sobre a ocorrência de mamíferos aquáticos às comunidades litorâneas afim de realizar o atual diagnóstico do status de conservação das espécies de mamíferos aquáticos no estado.

No mês de setembro de 2007 o CMA percorreu algumas praias da Aglomeração Urbana de São Luís como Mangue Seco (Raposa), Araçagi e Praia do Meio (São José de Ribamar), praia da Guia, Prainha, Quebra-Pote e Calhau, distribuindo cartazes “Encalhou?!” e camisetas para colaboradores, além de conversar com pescadores para saber da ocorrência e uso de mamíferos aquáticos.

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses está realizando visitas aos povoados situados no interior da Unidade de Conservação com o objetivo de atualizar o diagnóstico de ocupação, identificando os principais problemas ambientais em cada localidade, orientando a população e verificando suas demandas. O CMA/MA está aproveitando a oportunidade de trabalho conjunto e realizando a campanha “Encalhou!?” no local, além de realizar o diagnóstico do uso e distribuição de mamíferos aquáticos, além de percorrer áreas de praia para monitorar o encalhe de mamíferos aquáticos.

2. FESTIVAIS DO PEIXE-BOI

O Festival do Peixe-Boi é uma atividade que o CMA promove junto às comunidades em que desenvolve monitoramento de peixes-boi em ambiente natural. O evento é realizado anualmente na comunidade de Guarapiranga e foi realizado pela primeira vez na Barra do Gato no ano de 2007. Pretende-se expandir a realização para o município de Alcântara, assim que for recuperada a torre de observação do município. O evento envolve a comunidade em geral e possui as seguintes atividades: palestras, gincanas, campeonatos (futebol, regata, pintura), concurso da rainha da festa, além de exposição de vídeo e banners, distribuição de cartazes, camisetas e brindes.

Objetivos de:

  • Conscientizar a comunidade pesqueira da importância da preservação do meio ambiente e em especial do peixe-boi marinho e seu habitat
  • Promover uma maior integração entre CMA/IBAMA e parceiros.

Nos dias 20 e 21 de julho ocorreu o 1º Festival do Peixe-Boi na Comunidade da Ilha do Gato, realizado pelo CMA/MA e União dos Moradores do Povoado da Ilha do Gato - UMPIG, com apoio da prefeitura de Humberto de Campos, Banco do Nordeste, dentre outros.

As atividades realizadas foram: palestra abrangendo aspectos biológicos, ecológicos e de conservação do peixe-boi e sobre lixo; concurso de pintura de crianças de 1ª a 4ª séries; apresentação do grupo de bumba-meu-boi da Ilha do Gato; mutirão de limpeza da ilha; almoço; apresentação do vídeo institucional; campeonato de futebol feminino, masculino e infantil; entrega de prêmios, troféus e medalhas aos jogadores; concurso da Rainha do Festival. O encerramento contou com a apresentação de um grupo de carimbó, organizado por meninas da comunidade, e apresentação de bumba-boi.

3. RESGATE DE MAMÍFEROS AQUÁTICOS

As populações de mamíferos aquáticos vêm sofrendo pressões antrópicas como: degradação ambiental, aumento das embarcações pesqueiras, captura e morte incidental em redes de emalhe, captura intencional, diminuição do estoque pesqueiro, atividades sísmicas para a prospecção de petróleo, entre outras. Essas pressões refletem na ameaça de extinção próxima ou futura de muitas espécies.

O resgate de mamíferos aquáticos encalhados é uma importante fonte de informação para pesquisas e conservação das espécies, por meio da reabilitação de animais ou da recuperação de carcaças.

O objetivo geral do RESGATE DE MAMÍFEROS AQUÁTICOS é contribuir com a conservação de mamíferos aquáticos por meio do monitoramento da ocorrência de encalhes de mamíferos aquáticos no litoral leste do estado do Maranhão. Os objetivos específicos são:

* Verificar as principais espécies de mamíferos aquáticos de ocorrência em encalhes nas diferentes regiões
* Obter dados biológicos, morfométricos e médicos sobre os mamíferos aquáticos de ocorrência na região
* Relacionar as prováveis causas de encalhe e mortalidade de mamíferos aquáticos na região
* Realizar a coleta de material biológico para a formação de um banco de dados e futuras pesquisas
* Implantar uma coleção osteológica local
* Observar a interação da pesca com o encalhe de mamíferos aquáticos
* Subsidiar a criação de Unidades de Conservação relacionadas à conservação de mamíferos aquáticos no litoral leste do estado
* Conscientizar a comunidade local e os pescadores das ameaças aos mamíferos aquáticos e ao meio ambiente
* Dar maior visibilidade às atividades do CMA/MA.

Os moradores de comunidades litorâneas são incentivados a avisarem quando encontrarem mamíferos aquáticos (baleias, golfinhos, peixes-boi) encalhados vivos ou mortos, através das campanhas “Encalhou?!” e “Não Mate”.

Quando o CMA/MA recebe a chamada, a equipe prepara todo o material necessário e vai atrás do animal, de carro ou de barco. Se o animal estiver vivo, procede com o exame clínico, tratamento de possíveis enfermidades e devolução ao mar. Raramente o animal é levado para cativeiro, somente quando extremamente necessário. Quando o animal está morto realiza-se a coleta de material biológico (para futuras pesquisas) e o enterro do animal (medida necessária para evitar contaminação da água e das praias e a transmissão de doenças para seres humanos). A carcaça é macerada (processo de decomposição) para a preparação dos ossos, que são armazenados e utilizados em pesquisas científicas (genética, identificação de espécies, entre outras).

A partir de 1994 começou a ser realizado o atendimento de encalhes de peixes-boi marinhos (Trichechus manatus) no estado do Maranhão. Em 1996 foi registrado um encalhe de um filhote de peixe-boi vivo próximo ao bairro da Ilhinha, em São Luís, o qual foi encaminhado para a Base do Centro Mamíferos Aquáticos (CMA) para a reabilitação e posterior reintrodução (Boi Voador reintroduzido em 2004 em Alagoas). Em 2001 se tornou possível a implantação de uma unidade executora do CMA no estado do Maranhão (CMA/MA), que manteve o enfoque do trabalho concentrado na conservação do peixe-boi marinho, com a realização de campanhas informativas junto às comunidades litorâneas e observação de peixes-boi em vida livre por meio de pontos fixos.

Alguns encalhes foram registrados e atendidos, como o de uma cachalote (Physeter macrocephalus) no município de Barreirinhas em 2005. A principal limitação era a indisponibilidade de uma equipe técnica para atendimento de encalhes. No referido encalhe da cachalote foi necessária a presença de uma equipe do estado do Piauí. No mesmo ano, foi realizada, no Laboratório de Anatomopatologia da UEMA, uma necropsia de um filhote de peixe-boi encontrado em Guarapiranga, São José de Ribamar.

Somente no primeiro semestre de 2005, foram obtidas informações sobre oito peixes-boi encalhados mortos. No ano seguinte começou a ser realizado o resgate sistemático de carcaças de mamíferos aquáticos. No período de janeiro a outubro de 2006, o CMA resgatou onze carcaças provenientes de encalhes no litoral leste do Maranhão, sendo uma cachalote, dois botos-cinzas (Sotalia guianensis), um peixe-boi marinho e sete cetáceos não identificados. A maioria dos animais resgatados apresentava algum tipo de interação com atividades humanas, como marcas de rede, perfuração com arpão, corte e retirada de órgãos e tecidos, além de coleta de dentes. No ano de 2007, houve cinco relatos de encalhes de mamíferos aquáticos, sendo que três foram atendidos: um de peixe-boi marinho não encontrado, uma cachalote viva e uma carcaça de boto-cinza.

No estado do Maranhão a caça de mamíferos aquáticos ainda é praticada, seja para alimentação ou para fabricação de iscas. Em agosto de 2007 foi registrada uma morte intencional de peixe-boi, seguida de distribuição da carne entre pescadores no município de Raposa. Tendo-se em vista que o Maranhão possui cerca de 640 km lineares de costa, dificultando a vistoria permanente de encalhes, busca-se informações das comunidades litorâneas. Para tanto é necessário informar e conscientizar a população sobre a importância da conservação de espécies de mamíferos aquáticos.

No dia 1º de julho de 2007, às 8h30min da manhã, foi recebida uma ligação avisando sobre o encalhe de uma baleia viva, na praia de Panaquatira, no município de São José de Ribamar/MA. O animal estava encalhado na praia desde a madrugada, após a maré começar a baixar. Pescadores, moradores e turistas tentaram devolvê-lo ao mar sem sucesso, pois o animal voltava a encalhar. A equipe percorreu a área a fim de encontrar o animal. Um grupo de aproximadamente 15 pessoas acompanhava e deslocava o animal dentro do mar a aproximadamente 300 metros da costa. A maré estava vazando e o animal foi levado pelo grupo em direção oposta à costa. O animal tratava-se de uma cachalote (Physeter macrocephalus) filhote, de sexo feminino, com 3,78 m e peso estimado de uma tonelada.

Foi realizada a cobertura do animal com lona e o respiradouro foi mantido para fora da água. Apesar disso, não se descarta a possibilidade de aspiração de água e, conseqüente, pneumonia secundária. A área foi recuada e os curiosos, crianças e animais não tiveram permissão de observar ou tocar o animal. O Corpo de Bombeiros e a Marinha foram acionados e se mostraram atenciosos à causa de resgatar do animal. Um grupo de estudantes do Projeto Mamíferos Marinhos (PROMAR) também acompanhou o procedimento. A área adjacente de maior profundidade foi percorrida de barco a fim de encontrar o grupo ou a mãe do filhote, sem sucesso. O barco da Marinha rebocou, por meio de uma corda, o filhote para uma área de maior profundidade, onde foi liberado. O animal nadou em alta velocidade para longe da costa, sendo monitorado até as 16h.

4. MONITORAMENTO DE PEIXES-BOI EM PONTO FIXO

O Projeto Peixe-Boi/IBAMA-FMA vem realizando o acompanhamento de populações de peixes-bois nativos em áreas de importância no litoral nordestino, visando o monitoramento do status de conservação da espécie. Os pontos de observação foram determinados levando-se em consideração as áreas de maior ocorrência em cada estado, segundo o levantamento do status de conservação, realizado entre 1990 e 1993. Esta atividade vem sendo desenvolvida desde 1987 em diversos pontos da costa, mas somente em 1999 a metodologia de monitoramento foi padronizada e replicada para os estados de Alagoas, Paraíba e Piauí. Com a ampliação do trabalho para outros estados, outros quatro sítios de observação foram instalados, sendo: Praia de Guarapiranga, Barra do Gato e Ponta de Pedras, no estado do Maranhão, e Praia de Quitérias no estado do Ceará. O ponto de observação da Ponta de Pedras em Alcântara está desativado e será reativado pelo DNIT, como parte de um projeto para a mitigação de impactos ambientais ocasionados pela implantação do atracadouro e porto de cargas a ser instalado em Alcântara.

A atividade é realizada simultaneamente nos sítios de observação do CMA/Ibama ao longo do Nordeste do Brasil. Todos os sítios estão situados em áreas de relevante ocorrência do peixe-boi marinho, definidos com base em informações preliminares obtidas no diagnóstico do status de conservação e distribuição da espécie. O monitoramento é realizado às segundas, quartas e sextas-feiras, num esforço contínuo de quatro horas, entre as 6 e as 10 horas da manhã. Os dados são anotados em planilhas de campo específicas, coletados por meio da observação direta da área de estudo, com a utilização de binóculos de longo alcance. Cada área de observação é dividida em quatro quadrantes delimitados por marcações naturais, como localização de arrecifes e marcas em terra. Estes dados são repassados, posteriormente, para planilhas eletrônicas, juntados, e então é realizada a análise estatística.

No Maranhão, as duas torres de observação foram reformadas durante o ano de 2006. As reformas foram realizadas com madeira apreendida pelo Ibama/MA e doada ao CMA/MA e com recursos financeiros de patrocínio local da “Pizza One”. A torre da Barra do Gato foi ampliada, melhorando as condições do trabalho de monitoramento. Foram confeccionas novas placas de identificação das torres, bem como placas informativas instaladas na comunidade de Guarapiranga, município de São José de Ribamar e Barra do Gato, município de Humberto de Campos. Ressalta-se ainda que foram assinados dois Acordos de Cooperação entre o CMA, Superintendência do Ibama/MA e Prefeituras de São José de Ribamar e Humberto de Campos, fundamentais para a contratação do monitor e apoio às atividades locais de monitoramento.

Objetivos:

* Compreender aspectos referentes à utilização de áreas específicas do litoral nordeste do Brasil pelo peixe-boi marinho.
* Definir padrões de ocorrência e uso de áreas específicas;
* Definir padrões de sazonalidade;
* Monitorar a população de peixes-boi ao longo da costa e do tempo;
* Subsidiar o turismo de observação em ambiente natural.