| Comunidade de pescadores do Paraná apoia operação de fiscalização do Ibama |
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A pesca é uma atividade milenar, não é uma atividade para um dia ou para um ano. Várias famÃlias vivem dela. De que adianta lotar o mercado de corvina durante um mês, derrubando o preço do pescado e ameaçando a sobrevivência da espécie com a pesca indiscriminada. Não é uma boa decisão, nem do ponto de vista econômico nem do ambiental. O Ibama faz a parte que lhe cabe, é uma ação necessária para garantir a sustentabilidade da atividade pesqueira, proteger a espécie e as comunidades de pescadores artesanais. Esta é a avaliação de Fabiano CecÃlio da Silva, pescador e diretor executivo do Instituto Guajú, voltado para a valorização e resgate cultural da atividade de pesca. Durante a fiscalização, foi realizada a inspeção naval das embarcações, dos documentos (arrais) dos mestres e das licenças necessárias para a pesca profissional, que resultou na apreensão de 89 quilômetros de redes, 16 toneladas de peixes e cinco embarcações que praticavam a pesca de forma ilegal, vindas de São Paulo e Santa Catarina. O Ibama utiliza um sistema de rastreamento via satélite (PRETs), desenvolvido pela Secretaria da Pesca, que possibilita o monitoramento em tempo real da localização das embarcações de grande porte. Ascom - Ibama Foto: Ibama
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Comunidade de pescadores do Paraná apoia operação de fiscalização do Ibama

