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Operação combate roubo de madeira em terra indígena e fraudes em sistema de controle florestal no PA

Publicado: Quarta, 04 de Outubro de 2017, 21h31 | Última atualização em Quarta, 04 de Outubro de 2017, 21h36
Operação realizada pelo Ibama na Terra Indígena Cachoeira Seca em outubro de 2015
Foto: Ibama
Foto: Ibama

Brasília (04/10/2017) – Operação da Polícia Federal (PF) iniciada nesta quarta-feira (04/10) com o objetivo de combater fraudes no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais do Estado do Pará (Sisflora-PA) e roubo de madeira na Terra Indígena (TI) Cachoeira Seca cumpre 27 mandados expedidos pela Justiça Federal de Altamira (PA): dez de condução coercitiva, onze de sequestro de bens e valores e seis de busca e apreensão. Também foi determinada a suspensão das atividades empresariais realizadas pelos investigados. Laudo pericial aponta que o dano ambiental causado pelos infratores é estimado em R$ 897 milhões.

As investigações que resultaram na ação da PF foram subsidiadas pelos resultados de operação realizada pelo Ibama na TI Cachoeira Seca em outubro de 2015, que identificou esquema de exploração ilegal de madeira em áreas protegidas. Na ocasião, agentes do Instituto apreenderam cinco caminhões, três tratores e uma caminhonete. As máquinas usadas para infrações ambientais na TI pertenciam a duas madeireiras investigadas pela PF.

Além da extração ilegal de madeira, os infratores fraudavam o Sisflora-PA por meio de Planos de Manejo Florestal Sustentável de fachada, aponta a PF.

A produção saía do Brasil pelos portos de Belém, Itajaí e Paranaguá para países americanos (Estados Unidos, Panamá e Argentina), europeus (França, Reino Unido e Alemanha) e asiáticos (Emirados Árabes e Coreia do Sul).

A operação é realizada nos municípios de Uruará/PA, Placas/PA, Rurópolis/PA, Santarém/PA, Altamira/PA, Porto União/SC, Curitiba/PR e União da Vitória/PR.

"Todas as ações realizadas pelo Ibama em terras indígenas são comunicadas à PF para apuração no âmbito criminal. O trabalho conjunto das instituições fortalece o combate ao ilícito ambiental", disse o coordenador-geral de Fiscalização do Ibama, Renê Oliveira.

 

Assessoria de Comunicação do Ibama
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(61) 3316-1015

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