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Operação conjunta desativa instalações irregulares na Reserva Biológica do Guará (DF)

Publicado: Quinta, 06 de Julho de 2017, 20h14 | Última atualização em Sexta, 07 de Julho de 2017, 16h31
Agentes ambientais acompanham demolição de estruturas irregulares dentro da Rebio do Guará
imagem sem descrição.

Brasília (06/07/2017) –  Ação conjunta dos governos federal e distrital realizada nesta quarta-feira (05/07) desativou instalações irregulares que ocupavam uma área de cerca de dois mil metros quadrados dentro da Reserva Biológica (Rebio) do Guará, no Distrito Federal. Entre as estruturas retiradas ou demolidas havia um galpão usado para torneios de canto com pássaros, uma lanchonete, duas churrasqueiras, barracões, depósitos e equipamentos de marcenaria. O local era ocupado irregularmente pela Associação dos Criadores de Pássaros de Brasília (ACPB).

A iniciativa faz parte de uma estratégia que tem como objetivo desobstruir espaços ecológicos do Guará. Uma operação realizada no ano passado teve como alvo o parque Ezechias.

“A reserva biológica é uma das categorias de unidade de conservação que oferece maior proteção à biodiversidade. Abrigar estruturas destinadas a manter pássaros em cativeiro é incompatível com o propósito da área. A operação na Rebio do Guará corrige a distorção no uso daquele espaço”, disse o coordenador de Operações de Fiscalização do Ibama, Roberto Cabral. Segundo ele, há ocasiões em que os infratores soltam os animais para evitar o flagrante ao perceber a aproximação dos fiscais. Com isso, espécies que não são naturais da região podem encontrar dificuldades para sobreviver.

Criada em 1988, a Rebio do Guará possui uma vegetação rica em espécies endêmicas (exclusivas do local) e forma um corredor ecológico com o parque Ezechias Heringer, o Jardim Zoológico de Brasília e a Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) do Riacho Fundo, o que permite a circulação dos animais entre essas áreas e o lago Paranoá.

Participaram da operação agentes do Ibama, do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), das polícias Civil e Militar, da Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) e de outros órgãos distritais.

 

Com informações do Ibram
Assessoria de Comunicação do Ibama
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(61) 3316-1015

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