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Rompimento da Barragem de Fundão: Documentos relacionados ao desastre da Samarco em Mariana/MG

Publicado: Quarta, 16 de Março de 2016, 13h42 | Última atualização em Segunda, 20 de Março de 2017, 09h31

Em 5 de novembro de 2015 ocorreu o rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, em Mariana (MG), o maior desastre socioambiental do país no setor de mineração, com o lançamento de 34 milhões de metros cúbicos de rejeitos no meio ambiente. Os poluentes ultrapassaram a barragem de Santarém, percorrendo 55 km no rio Gualaxo do Norte até o rio do Carmo, e outros 22 km até o rio Doce. A onda de rejeitos, composta principalmente por óxido de ferro e sílica, soterrou o subdistrito de Bento Rodrigues e deixou um rastro de destruição até o litoral do Espírito Santo, percorrendo 663,2 km de cursos d'água.

Laudo Técnico Preliminar, concluído em 26 de novembro de 2015, aponta que “o nível de impacto foi tão profundo e perverso ao longo de diversos estratos ecológicos que é impossível estimar um prazo de retorno da fauna ao local”. O desastre causou a destruição de 1.469 hectares, incluindo Áreas de Preservação Permanente (APPs).

Dezenove pessoas morreram na tragédia. Foram identificados ao longo do trecho atingido diversos danos socioambientais: isolamento de áreas habitadas; desalojamento de comunidades pela destruição de moradias e estruturas urbanas; fragmentação de habitats; destruição de áreas de preservação permanente e vegetação nativa; mortandade de animais domésticos, silvestres e de produção; restrições à pesca; dizimação de fauna aquática silvestre em período de defeso; dificuldade de geração de energia elétrica pelas usinas atingidas; alteração na qualidade e quantidade de água; e sensação de perigo e desamparo da população em diversos níveis.

A força do volume de rejeitos lançado com o rompimento da barragem também pode ter revolvido e colocado novamente em suspensão os sedimentos de fundo dos cursos d'água afetados, que pelo histórico de uso e relatos na literatura já continham metais pesados.

Controlada pela Vale e pela BHP Billiton, a Samarco foi notificada 72 vezes e recebeu 23 autos de infração do Ibama até o momento. O Ibama acompanha a evolução do desastre em campo desde o dia 06/11/2015 e reúne nesta página todos os documentos relacionados à tragédia.

Autos de Infração

Laudos Técnicos

Novembro de 2015 - Laudo Técnico Preliminar de 26/11/2015 (PDF, 41.6 MB)

Relatórios

Pareceres

Notificações

Novembro de 2016 (PDF, 24 KB)

Outubro de 2016 (PDF, 24 KB)

Julho de 2016 - 1 Notificação (PDF, 493 KB)

Junho de 2016 - 26 Notificações (PDF, 4.04 MB)

Abril de 2016 - 2 Notificações (PDF, 48.5 KB)

Janeiro de 2016 - 2 Notificações (PDF, 504 KB)

Dezembro de 2015 - 14 Notificações (PDF, 1.1 MB)

Novembro de 2015 - 23 Notificações (PDF, 539 KB)

Mapas de monitoramento da pluma na foz do Rio Doce


Consolidação dos mapas gerados de 03/12/2015 a 03/02/2017 (PDF, 492 KB)

Um ano de monitoramento da pluma na foz do Rio Doce - 2015 a 2016 (GIF - Time lapse)

Um ano de monitoramento da pluma na foz do Rio Doce - 2015 a 2016 (PDF, 25.5 MB)


Mapas da área de proibição da pesca

Junho de 2016 - Mapas da área de proibição da pesca (PDF, 265 KB)

Fevereiro de 2016 - Mapas da área de proibição da pesca (PDF, 399 KB)

Levantamentos de imagens aéreas

Dezembro de 2015 - Levantamento de imagens aéreas divulgado em 10/12/2015

Notas Técnicas

Informações Técnicas

Março de 2016 - Informação Técnica Nº 003/2016 Centro Tamar/ICMBio - 21/03/2016 (PDF, 2.1 MB)

Expedição Navio Soloncy Moura

Comitê Interfederativo - CIF

Documentos relacionados ao Comitê Interfederativo (CIF)

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